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6.07.2012

EU NÃO QUERO QUE ME MORRA A FANTASIA

Eu não quero que me morra a fantasia. Nem sequer quero saber mais ou falar melhor. Quero apenas saber  o número exato da porta que me leva a outras dimensões... A TI... É mais uma sede de alma que me assalta... Essa sede que surge sempre que este sopro quente passa pela minha face e  se detem no meu ombro. Sim, esse sopro detem-se aqui e só percebendo-o, consigo perceber o mundo. Comecei cedo a descoberta do invisível... Existe. Existe mesmo o infinito. 

Por isso, procuro-te. Entro em ti pelas palavras que trocamos, pelos sorrisos que partilhamos. Revelamo-nos, todos os dias, e quero que conheças de mim a minha alma. Sim, nua de alma estarei quando vieres, após tantos dias em que nos partilharemos. Não quero depender de um ecrã para viver... sabes disso... Quero, sim, evitar que os oceanos transbordem... e sei que transbordarão se entre nós aumentar este fascínio... Mas a vida não é psiquiatrizável e para evitar o caos, esta noite fui contigo devagar, à maneira mineira, que as avalanches foram muitas nos dias que cá estiveste...quando o que eu queria era ter sido um tsunami na tua noite a sul...

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