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3.02.2011

A SEITA DO SONHO

Não vale a pena assitirmos à destruição domiciliária dos sentimentos. Afinal, de que vale andarmos a desmanchar o amor para ver como funciona por dentro?
"Talvez seja necessário despojarmo-nos de muitas coisas e tornar a vestir as vestes da inocência para que o amor nos possa ser revelado."
Olho ao meu redor e assisto a relações que terminam, outras que começam, e ainda a outras que nunca deveriam ter começado... Sinto que mais uma vez estou só a segurar nas mãos as interrogações de sempre. Não estão TODAS as relações destinadas a um fim? Não é verdade que tudo o que começa acaba? Não é real que tudo o que nasce morre? Não sabemos todos que andamos a adiar a vida que queremos viver? E que nem sempre corresponde à vida que vivemos?
Pois, concluo que tudo o que tem valor vem até mim, "devagarinho, do lado do coração"...

2 comentários:

  1. ‎"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram,
    mas na intensidade com que acontecem.
    Por isso existem momentos inesquecíveis,
    coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis".
    (Fernando Pessoa)

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  2. O valor das coisas é o valor das coisas que as coisas têm.Maior ou menor valor, tudo depende do enfoque que lhe "damos". Seja como for o que não tem valor é o valor das pessoas, de quem gostamos, porque essas não têm preço, mas apreço...
    Sobre este assunto poderiamos dizer muita coisa, mas dependeria do valor que fosse dado à coisa que se poderia dizer.
    (E com isto tudo, nada de valor foi dito, mas fica dito!)
    Luís Mourinha

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