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9.02.2012

NASCER TRABALHAR MORRER?

Saio sempre do teu quarto em bicos de pés... parto à pressa, como um ladrão, culpada, faltosa... Eu sei... Perdoa-me! Não te devia deixar atravessar as noites sozinha... E depois passo horas a tentar a fazer um esforço para deixar de pensar no Inferno. Ganhei com mérito, nestes últimos dias, o meu diploma de fragilidade. E agora caminho pelos dias com a firme intenção de me fazer adoptar por eles... e recuso-me a saber que o tempo passou.

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