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9.19.2014

LINHA RETA


Passei demasiado tempo para conseguir avançar em linha reta. Desviei-me do trilho e perdi-me nos caminhos, nas veredas. Era-me difícil vir a direito para casa. Distrair-me no seu rosto. 

Perco-me ainda nas tuas mãos. Afundo-me no teu sorriso... Diluo-me na tua voz. Vem-me ainda a verdade das noites, destas noites em que o sono se vai e a saudade fica.

Encontro-me numa cruzada, numa peregrinação, até ao dia em que conseguir voltar a encontrar aquele pedaço que me roubaste de mim. 


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