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3.15.2011

A ROTINA QUOTIDIANA DO CONCUBINATO


Há qualquer coisa de errado nas famílias ou será apenas impressão minha? Não encontro nada de mais irritante do que as obrigações impostas por esta instituição criada não sei bem com que fim e, cada mais, subscrevo o que diz o MEC:
"A família é um equívoco. A família está a dar cabo das pessoas. Há algo de promíscuo na maneira como as pessoas vivem. As pessoas vivem umas em cima das outras. São obrigadas a ver o mesmo canal de televisão, a comer o mesmo arroz de polvo, a ouvir as mesmas discussões, a ver os mesmos roupões... É pouco saudável. Não admira que toda a gente queira bater a asa à primeira oportunidade. (...) Se se quer conservar a família, é preciso mantê-la separada. A distância facilita o respeito. marido e mulher deveriam ser obrigados a convidar-se diariamente para jantar. As refeições obrigatórias sabem sempre mal. O convívio forçado à mesa não é uma prova de amor, é um refeitório de penitenciários. Só separada a família pode sobreviver. Contígua mas não comunitária. Adjacente mas não jazente. Se um casal for impelido, por razões habitacionais, a tocar à porta, a levar flores, a convidar para jantar, a fazer a corte para poderem dormir juntos, o amor pode durar muitíssimo mais. (...) Para uma família ser feliz tem de haver sedução. (...) Marido e Mulher, caso queiram permanecer juntos, têm de passar a vida a engatar-se. (...)
O Amor é demasiado raro e difícil para se estar a esbanjar na rotina quotidiana do concubinato."

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