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11.07.2014

ERA UMA VEZ UM POVO QUE OLHAVA PARA O MAR...


ERA
PORTUGAL é um país pequeno mas com mais de 800 km de costa. O mar é e foi sempre o nosso vizinho mais próximo, o nosso amigo mais fiel e que temos desprezado ultimamente... Enquanto as outras nações da Europa guerreavam para decidir as fronteiras, em Portugal desde 1267 que o Guadiana era o limite final...

D. Fernando também ele olhava para o mar, deixando cortar as árvores das matas reais para construir barcos de grande tonelagem. Do mar, vinham mercadores... da Europa do Norte e da Inglaterra. Por ele, chegavam também notícias do Norte de África e dos portos do mediterrâneo. Em terra, as coisas não corriam lá muito bem. As epidemias matavam os homens, os cereais faltavam e o ouro, esse "vil metal", estava a acabar em toda a Europa..

Ceuta, surgiu, assim, como a chave do Mediterrâneo... para o Infante D. Henrique Ceuta era a possibilidade de ele se afirmar como homem e de ser armado cavaleiro. Mas a Europa tinha problemas graves e Ceuta era o refúgio dos piratas que atacavam as frotas que chegavam do Mediterrâneo, carregadas de mercadorias indispensáveis ao progresso de um Portugal que tinha de se afirmar como independente em relação a Castela sempre conquistadora...
A Ceuta chegavam as pedras preciosas de Veneza, as sedas e as especiarias do Oriente e o Ouro do Sudão. Ceuta era o ponto de passagem através de Gibraltar, entre a África desconhecida e os reis mouros do SUL da Península. Era importante, pois, tomar Ceuta!


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