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9.11.2014

CAMBADA DE PROFESSORES!

Porque é que nossos alunos não aprendem?


A jornalista Catarina Fonseca pesquisou e descobriu as fantásticas conclusões de um neuro-psicólogo de nome Nelson Lima, segundo o qual  a maior parte das dificuldades dos nossos estudantes surgem por desmotivação, não por incapacidades neurológicas. EUREKA!


Ora, a verdade verdadinha, é que tanto os alunos como os professores andam perdidos, sem saberem muito bem para que serve a escola nos dias que correm, ensinando conhecimentos amorfos, desinteressantes e sem qualquer aplicação prática. 

Citando o tal senhor: O que a escola devia fazer nos primeiros anos era dar noções gerais do que é a vida. Mas um aluno de 12 anos tem 15 disciplinas! Como é que pode aprender alguma coisa? Quinze disciplinas que depois se refletem na forma desmesurada como acontecem os trabalhos de casa. Estranhamente (ou talvez não.), e segundo um estudo europeu, somos um dos países com piores resultados escolares e o país europeu que mais tempo dedica aos trabalhos de casa.

Concordo: ainda ontem o diretor da escola onde leciono afirmava em alta voz que os resultados dos alunos foram maus. O que quer dizer mais ou menos isto: Vocês, cambada de professores, não andam a fazer nada de jeito... E eu continuo a concordar. Desta vez com ele, o senhor diretor. Não fazemos nada que interesse, não senhor... Os alunos não aprendem porque nós não ensinamos e nós não ensinamos porque já não sabemos ensinar, porque andamos cansados de tanto trabalho burocrático, porque em vez de prepararmos aulas e definirmos estratégias e selecionarmos novos métodos, temos de fazer grelhas e mais grelhas e planos e mais planos e quando chega a hora da aula, queremos é sair dali para fora o mais rapidamente possível porque ninguém nos ouviu, não temos um écran touch nas trombas onde eles possam rapidamente selecionar um filme ou um jogo ou algo que os distraia que a vida de um aluno nos dias que correm não é fácil, eles andam cansados com tantas horas de aulas inúteis... E depois, coitadinhos dos meninos, ficam stressados e respondem mal aos professores, que vão para a merda ou até para mais longe se for caso disso e os pais também não sabem o que podem fazer para os motivar... Se lhes compram outro telemóvel ou se nem os acordam de manhã para ir para a escola, como uma encarregada de educação me disse um dia:

- A professora tem toda a razão, ele chega sempre atrasado. Mas eu custa-me tanto acordá-lo porque ele anda muito cansado...

OH HAPPY DAYS...


1. Pense menos, sinta mais.
2. Fale menos, escute mais.
3. Julgue menos, aceite mais.
4. Observe menos, aja mais.
6. Queixe-se menos, aprecie mais.
7. Tema menos, ame mais.

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PRESS FOR CHAMPAGNE


"É PROVÁVEL QUE COISAS IMPROVÁVEIS ACONTEÇAM."
ARISTÓTELES, POÉTICA.

THE CHOICE TO LOVE

Em vésperas de começar mais um ano letivo, quando o verão ainda nem chegou e parece já ter abalado, reflito sobre a nossa vida, pessoal e profissional, para concluir que há duas condições essenciais à felicidade: ter uma personalidade minimamente equilibrada e um projeto de vida relativamente coerente. Assim, a felicidade será, nada mais nada menos, do que o produto, o resultado, a consequência daquilo que, ao longo dos anos, fomos fazendo com a nossa vida. Encaro a felicidade como um sentimento de equilíbrio entre o que quisemos e o que conseguimos, entre os objetivos e os resultados, entre os sonhos e as metas conquistadas.

Ora, no meu caso específico, quis ser professora e formadora, optei por não ter filhos, escrever livros e viajar pelo mundo. Ao longo de 25 anos ensinei, treinei e formei diferentes públicos, dos 12 aos 60, entregando de mim toda a energia que por vezes nem sei onde a fui buscar. Profissionalmente, mission accomplished! Pessoalmente, viajei por quase todos os continentes e continuo a aprender a escrever livros. 

Chegou agora a altura de decidir amar. Escolhi-te e quero amar-te todos os dias...

9.10.2014

ESQUIZOFRENIA OU MEDIUNIDADE?

Longa tem sido a luta entre estes dois conceitos. Esquizofrenia ou mediunidade? Alucinação ou vidência? 
Na mediunidade, há uma sucessão de coincidências que se repetem. O médium é capaz de sentir as presenças energéticas ao seu redor. As ciências médicas já começaram a distinguir a mediunidade da esquizofrenia. A psiquiatra aceita hoje que a mediunidade  náo é um transe psicótico ,embora a ciência não tenha conseguido ainda aceitar a existência de alma e de espírito. 
Mas então como distinguir esquizofrenia de mediunidade? Parece fácil mas não é. O esquizofrénico  é uma pessoa desorganizada, fora do mundo real, com ideias delirantes, medos, alucinações auditivas, percepções corpóreas, medo dos outros, medo de perseguição; faz produções mentais sem capacidade discriminatória e possui graves desajustes sociais. Há um isolamento social e relacional. O médium, por sua vez, apresenta coerência. A presença de entidades espirituais na sua vida e que ele consegue ver e/ou sentir enriquecem a sua personalidade e ajudam ao seu desenvolvimento, à sua evolução. 
A mediunidade pode, se devidamente trabalhada, ser um instrumento de saúde. Os médiuns são pessoas normais. A dificuldade e gravidade surge quando se mistura a mediunidade com a esquizofrenia. 
Aqui precisamos de ajuda. 
Oxalá essa ajuda venha logo, porque já vem tarde!

INVISÍVEL

Provavelmente o que não vemos influencia muito mais a nossa vida do que o que vemos...

PASTEUR

O CAPITÃO DO NAVIO

Tenho dias em que não quero saber mais nem falar melhor nem conhecer mais ninguém. Tenho outros, em que sorvo tudo o que diga respeito à construção de um novo paradigma para a saúde, a educação, a sociedade, a vida e a morte.
Descobri assim, nas últimas jornadas sobre Espiritualidade em que participei, a existência de um orgâo designado EPÍFISE localizado no centro do cérebro e por muito tempo menosprezado pela ciência, considerado por muitos, o chamado terceiro olho, o orgão do sexto sentido, o orgão da mediunidade, o capitão do navio, o portal para outras dimensões...

4.03.2014

O VESTIDO AZUL


A minha mãe sofria da doença de Parkinson à mistura com Alzheimer. Por isso, dada a sua situação de demência foi internada num lar onde eu e a minha a visitávamos aos domingos e sempre que podíamos. Numa dessas visitas ao lar, pediram-me para levar livros e revistas com vista a criar um espaço de leitura e lazer. Não hesitei. Recolhi alguns livros e muitas revistas que espalhei orgulhosamente pelas mesas. No fim-de-semana seguinte, ao visitar a minha querida mãe, deparei-me com várias senhoras, idosas e doentes quase todas, a folhearem de olhos a brilhar as páginas de Máximas, Vogues, Marie Claires e afins que vou acumulando, com ar de quem redescobre o sabor das coisas boas… das coisas belas… que a doença e a velhice lhes tirou. A minha mãe, que sempre gostou de moda e desenhou durante muitos anos, os seus próprios modelos (e os meus…), quando eu me preparava para regressar a Lisboa, surpreendeu-me com um momento de sensatez, raro no seu quotidiano de demência, e disse-me, com os olhos a brilhar:
- Vi numa daquelas revistas que trouxeste um vestido que quero fazer. Compra-me, se faz favor, tecido em seda azul, linhas do mesmo tom e uma tesoura que corte bem…
Deixei o lar, mais uma vez, com lágrimas nos olhos. Mas desta vez, eram lágrimas diferentes… Lágrimas de cumplicidade para com quem percebe o valor que um simples vestido azul pode ter na vida de uma mulher!

1.21.2014

REVOLTA NO OLIMPO

CONSEQUÊNCIAS DA CRISE NA GRÉCIA


1. Zeus vende o trono a uma multinacional coreana.  

2. Aquiles vai tratar do calcanhar num hospital público.

3. Eros e Pan inauguram um prostíbulo.

4. Hércules suspende os 12 trabalhos por falta de pagamento.

5. Narciso vende espelhos para pagar a dívida do cheque especial.

6. O Minotauro puxa carroças para ganhar a vida.

7. A Acrópole é vendida e aí é inaugurada uma Igreja Universal do Reino de Zeus.

8. Eurozona rejeita Medusa como negociadora grega: "Ela tem minhocas na cabeça".

9. Sócrates inaugura o Cicuta's Bar para ganhar uns trocados.

10. Dionísio vende vinho à beira da estrada de Marathónas.

11. Hermes entrega currículo para trabalhar nos correios. Especialidade: entrega rápida.

12. Afrodite aceita posar para a Playboy.

13. Sem dinheiro para pagar os salários, Zeus liberta as ninfas para trabalharem na Eurozona.

14. Ilha de Lesbos abre resort hétero.

15. Para economizar energia, Diógenes apaga a lanterna.

16. Oráculo de Delfos vaza números do orçamento e provoca pânico nas Bolsas.

17. Áries, deus da guerra, é apanhado em flagrante a desviar armamento para a guerrilha síria.

18. A caverna de Platão abriga milhares de sem-teto.
19. Descoberto o porquê da crise: os economistas estão a falar grego!

11.22.2013

SOMOS / FOMOS A SÍNTESE DE VÁRIOS POVOS DA EUROPA

Na Sé de Lisboa houve uma mesquita. 
Contam as manuscritos que nessa mesma mesquita reuniam-se, ao mesmo tempo, muçulmanos, cristãos e judeus, a rezar a um só DEUS!
Isto é HOJE impossível NESTE mundo!

11.17.2013

COMO CHEGAR AOS CEM, MALTA!

1. Sleep in and take naps

2. Stop worrying about being late

3. Grow a garden, nurture it, and eat from it

4. Never give up your sense of purpose

5. Get it on

6. Take a placebo at least once per day

7. Walk up 20 hills a day

8. Cultivate a sense of belonging

9. Go to the church, temple, or mosque

10. Surround yourself with people who follow steps 1-9. eh eh eh eh

10.27.2013

TOP 10 WAYS TO FUCK THE SYSTEM

PARECE-ME BEM...
Começar a ir de novo às compras nas lojinhas de Moscavide, da Praça do Chile ou numa dia em que me queira sentir um pouco tia, tá a ver, em Campo de Ourique. Criar uma pequena horta na minha varanda ou mesmo no jardim do meu bairro e passar a comer do que produzimos e trocamos uns com os outros. Deixar de comer carne e abolir todas as compras na farmácia, tratando-me com ervas e produtos naturais, tipo água de rosas e afins... Usar canabis para as dores e deixar de ir ao médico. Abolir a pílula e fazer amor ao natural. Fechar as escolas e obrigar os pais a educar os seus próprios filhos. Construir entre família, vizinhos e amigos uma verdadeira rede de trocas que nos permita a todos, viver sem consumir. Desligar a tv, ou melhor, fazer árvores de natal de televisões, cultivar a desinformação, abolir a propaganda e boicotar toda e qualquer forma de publicidade. Abandonar as cidades e fazer amor uns com os outros todos os dias...
PARECE-ME BEM...

10.26.2013

DESAPEGO


Quando entraste em mim senti que era ali e assim que queria estar e que devíamos continuar... Como se eu e tu fossemos apenas um, em total cumplicidade e união... Como se nao houvesse qualquer explicação lógica que me convencesse que a seguir nao te teria.

REGRAS LÍQUIDAS

Regra nº 1 - Não voltar a iniciar empreendimentos impossíveis.
Regra nº 2 - Deixar a água correr.

OH HAPPY DAYS

Tenho saudades dos tempos em que ríamos, felizes, sabendo que ela nos esperava sempre lá.
Tenho saudades dos dias em que chegávamos a casa, vindas de longe.
Tenho saudades dos dias em que ela nos recebia vestida de azul.

9.26.2013

A SENHORA PROFESSORA


Aconteceu na Escola Básica Integrada de Rabo de Peixe (Ilha de S. Miguel - Açores/Portugal), desconhecendo-se qual a nota atribuída ao referido aluno. A professora pediu aos alunos para fazerem uma composição sobre a escola.

Um deles escreveu:

"A minha escola é pequena, mas muito bem arranjada. A minha escola é como se fosse um jardim. Nós os alunos, somos as flores e a senhora professora é como se fosse um monte de estrume que nos faz crescer belos e fortes."

9.11.2013

PROFESSORES


Vivem-se tempos de mudança. Veloz. Brutal. Irrevogável! E com ela, surgem alterações inevitáveis nas nossas vidas profissionais e pessoais. A escola, a cidade, o país, o mundo estão em transformação… Nós próprios, se estivermos atentos, mudamos a cada dia que passa. Só desejamos, todos, que essa mudança seja no sentido do desenvolvimento e não o contrário. A escola pública está em mudança. Nós, os atores deste organismo, esforçamo-nos dia a dia para fazer da escola um espaço de equidade, de solidariedade, de crescimento, de cultura, de inovação. Após um ano intenso de trabalho que acabou, parece, há poucos dias, somos de novo confrontados com um novo ano letivo a começar no qual procuramos proporcionar a todos os alunos experiências de aprendizagem enriquecedoras, dentro e fora da escola, capazes de os tornar indivíduos mais plenos.
Mas instabilidade, desequilíbrio, ansiedade acrescida foram e continuam a ser a pedra de toque do nosso quotidiano profissional. Acrescente-se a este rol, mais alunos por turma, menos professores por escola, “requalificação profissional”, perda de salário, decisões com efeitos sérios, contradições, falhas de comunicação, esclarecimentos e esclarecimentos sobre os esclarecimentos… e temos a receita de um ano atípico nas nossas vidas suspensas, qual governo nacional, continuando, todos nós, a aguardar calmamente por resoluções que tardam em chegar.
Por isso, fizemos greves. Às avaliações. Aos exames. Greve nacional. Final de ano atribulado. Início de novo ano numa escola que se transformou em mera fábrica de papel, onde os alunos são colocados na linha de montagem para serem formatados durante alguns meses e pouco mais...
Os professores estão zangados. Desolados. Tristes. DESMOTIVADOS! Cansados de funcionar! Queremos sentir que amanhã teremos condições de vida para continuar a existir com dignidade. Sobretudo, para continuar a ensinar com o prazer e a motivação, essenciais ao desempenho desta profissão! Somos professores por vocação. E ser professor é pensar criticamente, enfrentar o futuro, sem medos nem grilhões, cada vez mais difíceis de contornar...

7.01.2013

PALAVRAS

Realizo-me em palavras. Tenho uma relação cúmplice com o verbo. Sou EU quem sou através da escrita, esta evanescente escapa emocional que me torna, que nos torna... indestrutíveis. Porque estabilizada nas agonias privadas, escrevo para melhor lidar com a morte. A minha morte. A nossa morte. A tua morte. Esta fome voraz por experiências vai matar-me e só pela imaginação chegam a mim. Tenho em mãos dois projetos incipientes: o meu livro e tu. O único homem com quem me casaria... tu, que consegues disfarçar a minha loucura... tu que nunca amarás ninguém. Por isso, me rebelo contra mim própria, eu que aprendi contigo a não viver por impulso, por emoção. Afoguei-me nas palavras que me sacudiram de repente quando percebi que, finalmente, seria capaz de te amar. Atordoada, quero duas coisas: amar e ser livre ao mesmo tempo. E pouco mais. E nada mais. Por isso escrevo. receando perder-lhe o hábito... Teço assim mais umas páginas deste projeto anódino mas repleto de desejo de verdade. Há aqui uma enxurrada de palavras que tu temes. Movo-me aos solavancos. Sei... Temo mesmo que a lucidez me fuja. Quero sair de mansinho... esgueirar-me do mundo discretamente. Talvez tenhas razão. Talvez a melhor coisa a fazer seja dormir. 

TOQUES

Só um pequeno toque de sol e fica eufórica. Só um pequeno toque de felicidade e esquece as misérias. Fundamentalmente, dá-me bem com quase toda a gente. Principalmente, dã-se bem consigo própria...